A CONSULTA OBSTÉTRICA JÁ É SUFICIENTE PARA O PRÉ-NATAL?

10/05/2020

É comum que, no início da gestação, os futuros papais fiquem inseguros e cheios de dúvidas — mesmo quando se trata do 2º ou do 3º filho. Afinal, cada gravidez é diferente e, com as atualizações da medicina, até mesmo o pré-natal pode sofrer modificações.

Sendo assim, é importante levar uma listinha com todas as suas dúvidas a serem esclarecidas já na primeira consulta obstétrica. Independentemente do tema, ter a resposta certa para todas as suas perguntas é o único jeito de garantir que tudo está sendo realizado da melhor forma possível para proteger a saúde da mãe e do bebê.

Mas você sabe como funciona o pré-natal?

O pré-natal consiste em consultas regulares da mulher ao obstetra desde a confirmação da gravidez até 40 dias após o nascimento. Cabe ao médico orientar a gestante, esclarecendo dúvidas e coletando evidências do bem-estar de ambos.

O pré-natal odontológico também é muito importante. Antes do parto, é indicado que a gestante realize consultas com um odontologista, para o acompanhamento da saúde bucal. Além disso, vale a pena investir em um acompanhamento nutricional, onde a mamãe e o bebê serão avaliados e as orientações sobre alimentação poderão ser feitas de forma responsável, sempre em parceria com o médico obstetra.

E como funciona?

Antes mesmo de engravidar, deve-se procurar um médico para orientar e planejar a gestação. É fundamental que haja uma relação de confiança entre médico e paciente. Um bom profissional, em quem a gestante confie, poderá ajudá-la a resgatar a força nesse período tão importante da vida.

Se a mulher ainda não tiver um ginecologista de sua confiança, é hora de procurar. A grande maioria dos médicos ginecologistas é também obstetra. Alguns poucos profissionais acabam se dedicando apenas ao atendimento no consultório e não realizam partos. Outros médicos investem apenas na ginecologia e não realizam pré-natal. Fique atento.

O ideal é que antes de engravidar, o casal converse com o médico sobre como será o acompanhamento, se é a favor do parto normal ou cesariana, em quais hospitais atende, se aceita plano de saúde e outras questões práticas.

Essa é a hora de tirar todas as dúvidas com o seu médico.